A poesia que encanta e deslumbra
A poesia que toca e arrepia,
Essa nova palavra proferida em tom de rima
Essa velha maneira de enfeitiçar no papel.
A poesia que nasce nos olhos rasos de água, pela emoção da partida
A poesia que cresce nos coração em sobressalto, no momento do reencontro!
As palavras que vês, do teu mar, no céu
As palavras que vemos no céu, com o teu farol
As palavras que matam saudades e fervilham sangue nas veias e o desejo de voltar.
quinta-feira, agosto 27, 2009
F5 - Actualizar
A tecla F5 hoje teve muito uso, em vão, digo eu.
O mi(ni)stério da educação convocou uma conferência de imprensa...mas não há uma estação televisiva lá EM DIRECTO. Horas depois, vê-se que não perderam nada em não ir lá:
Leia Aqui
E continua-se à espera.
Leia Aqui
segunda-feira, agosto 17, 2009
Alguns passeios, programados, outros que surgem e encantam!
Não há muito a dizer (só a sentir): ficam as fotos, os cheiros e os sabores, ficam promessas de voltar, ficam saudades, ficam laços e abraços, ficam... momentos vividos e sentidos (como já há pouco, mas que sabem muito bem).
A gastronomia do país está cada vez melhor, ou eu é que estou a ficar com idade de apreciadora :)
Não há muito a dizer (só a sentir): ficam as fotos, os cheiros e os sabores, ficam promessas de voltar, ficam saudades, ficam laços e abraços, ficam... momentos vividos e sentidos (como já há pouco, mas que sabem muito bem).
A gastronomia do país está cada vez melhor, ou eu é que estou a ficar com idade de apreciadora :)
Há locais incríveis, mas voltar àqueles onde já fomos e somos felizes traz um grande conforto à alma incomparável!
Provavelmente novas paragens, provavelmente algumas mudanças no blog ou até um novo.
Até lá, vou só ali acelerar o tempo quando ele está tórrido e aproveitar para mais umas passeatas!

quarta-feira, agosto 05, 2009
Ponto da situação
- Férias quase programadas;
- Livros escolhidos, embora esquecidos até à data;
- Backups começados, mas longe do fim;
- Dezenas de ficheiros e pastas para "empacotar";
- Dossiers e tralhas para arrumar e nula vontade de começar;
- Boas ideias para a associação poder começar "em grande";
- Sol, 36º;
- Saudades, muitas;
- Concertos, poucos, banais;
- Planos? Naaa... Só sonhos!
Feito o ponto da situação, aí vou eu.
E que o tic-tac acelere!
Até já...!
- Livros escolhidos, embora esquecidos até à data;
- Backups começados, mas longe do fim;
- Dezenas de ficheiros e pastas para "empacotar";
- Dossiers e tralhas para arrumar e nula vontade de começar;
- Boas ideias para a associação poder começar "em grande";
- Sol, 36º;
- Saudades, muitas;
- Concertos, poucos, banais;
- Planos? Naaa... Só sonhos!
Feito o ponto da situação, aí vou eu.
E que o tic-tac acelere!
Até já...!
segunda-feira, agosto 03, 2009
Já com saudades
Foi assim, de repente, em Setembro passado, que tive de meter na bagagem muitas coisas pensadas e outras nem tanto. Parti para um local que achava agradável e do qual já tinha lembranças boas, mas venho de lá agora como nova, com aquela sensação verdadeira e genuína de ter vivido com sangue e suor, com lágrimas e gargalhadas, com sal e mar debaixo do horizonte e dos meus pés descalços.
Tenho saudades, já. E muitas.
E os amigos, esses serão eternos.
Porque há laços que a distância não apaga.
Porque há distância que não se vê quando se traz amor no coração!
Tenho saudades, já. E muitas.
E os amigos, esses serão eternos.
Porque há laços que a distância não apaga.
Porque há distância que não se vê quando se traz amor no coração!
quinta-feira, julho 30, 2009
sábado, julho 25, 2009
Não há "até amanhã"
Não há “até amanhã”
Sente-se um misto de saudade e melancolia,
Uma estranha sensação de perda e de desequilíbrio.
Dói a presença, como a ausência veloz com que partiu.
Dói a palavra dita, como a palavra murmurada e calada.
Não há luar igual
Não há arrepio com sabor a sal e a maresia
Não há “até amanhã”.
Sente-se um misto de saudade e melancolia,
Uma estranha sensação de perda e de desequilíbrio.
Dói a presença, como a ausência veloz com que partiu.
Dói a palavra dita, como a palavra murmurada e calada.
Não há luar igual
Não há arrepio com sabor a sal e a maresia
Não há “até amanhã”.
Harry Potter e o Príncipe Misterioso
sexta-feira, julho 10, 2009
Porque
Quase que só escrevo sobre o dia a dia agora.
Quase que só escrevo de semana a semana.
Porque o tempo voa. Porque à semelhança de outros posts antigos a sequência de palavras "não-colocado" fez doer esta semana. Porque quero aproveitar todos os pedacinhos nesta terra de que gosto tanto.
Porque há amigos que nos tratam tão bem que não queremos partir.
Quase que só escrevo de semana a semana.
Porque o tempo voa. Porque à semelhança de outros posts antigos a sequência de palavras "não-colocado" fez doer esta semana. Porque quero aproveitar todos os pedacinhos nesta terra de que gosto tanto.
Porque há amigos que nos tratam tão bem que não queremos partir.
domingo, julho 05, 2009
"Antes e Depois"
Ouvi na rádio, e ficou na cabeça!...
E que ganhemos juízo... e possamos perder medos, com os anos a passar por nós !:))
Boa Semana!
-----------------------------------------------------------------------------
Quem te apurou?
Como os anos passam por nós
É ver o tempo deixar-nos sós
E esperamos
Que justifiquem ou que nasça pelo menos alguma razão
Ao motivo pelo qual vai cedendo o corpo então
Aos anos
Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais
Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem!!!!
Sinto mais do que preciso
Perco voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais
Não choro as partes que estão para trás (2x)
Não concluo
O meu tempo não é uma canção
Que tem quase sempre rima certa, métrica e refrão
E esta... acabou.
E que ganhemos juízo... e possamos perder medos, com os anos a passar por nós !:))
Boa Semana!
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Quem te apurou?
Como os anos passam por nós
É ver o tempo deixar-nos sós
E esperamos
Que justifiquem ou que nasça pelo menos alguma razão
Ao motivo pelo qual vai cedendo o corpo então
Aos anos
Sinto mais do que preciso
Perco a voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais
Algo melhorou!
Ficámos sábios… pelo menos aos olhos dos outros
Ser responsável compete a poucos
A bem poucos....
Não dependemos, daqui para a frente, de ninguém
Quer dizer… O sexo agora implica quase sempre alguém
E Ainda bem!!!!
Sinto mais do que preciso
Perco voz ganho juízo
E quem fui eu não sou mais
Mudam gostos ganho peso
Perco medos e cabelo
E quem fui eu não sou mais
Não choro as partes que estão para trás (2x)
Não concluo
O meu tempo não é uma canção
Que tem quase sempre rima certa, métrica e refrão
E esta... acabou.
Klepht
Backups
É verdade, está na hora de mais um backup :) Isto de ter muita coisa no computador, obriga a que, de vez em quando, lá se faça uma copiazinha e se grave uns docs em cds e dvd.
'Tou a começar a tratar disso, por enquanto só um backup-geral para um DVD.
Depois, com mais tempo, durante as férias, logo faço uns cds com o material do ano lectivo mais organizado.
:) até já!
:) até já!
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