terça-feira, novembro 11, 2008

Momentos

Chove lá fora, ainda que não me apeteça que o Inverno frio chegue já. Só mais uns dias sol, de vermelho rubor, de laranja entardecer, de azul onda de sal e gaivotas inquietas, azul céu e andorinhas em voos alados.
Que chova só no instante em que nos voltemos a beijar e a água nos abençoe e nos torne ainda mais brilhantes os olhos apaixonados!

Não me apetece

Não me apetece fazer nada agora. Por uns instantes apenas ficar a ouvir o jogo do Tiago Bettencourt ou o Save de Last Dance For Me do Michael Bublé. Por breves momentos deixar-me ficar no repouso que se segue a uma banho quente em tarde fria, de chuva e vento. Por uns minutos, ficar aqui, sem ter a cabeça longe nem o coração a pulsar por devaneios febris que me entontecem, enlouquecem, doem.

Não me apetece ainda ver que a noite que cai é linda e logo mais pode surgir aquilo que teimo em não ver, em fechar os olhos, em irritantemente bater com a porta.

Não me apetece fingir que não gosto de quando te lembras de mim. Sim gosto. Gosto muito. Gosto mais quando fazes cara de birra e dizes que não te lembraste. Gosto, simplesmente porque gosto. Como se o gostar fosse simples.

domingo, novembro 09, 2008

Fuga

Fugir pode resolver, mas só por um instante!

quinta-feira, novembro 06, 2008

Hoje apetecia-me...

Hoje apetecia-me um baileys e um bom filme :))

Um fim de tarde tranquilo e caseiro.
Apetecia-me um momento de ronha...

Mas vou ter de esperar porque ainda não estou de fim de semana!

quinta-feira, outubro 30, 2008

Homem Apaixonado

Chuva que te cai no rosto e te esconde as lágrimas, assim caminhas tu, cabisbaixo para casa.

Fervem os teus pensamentos em contraste com o frio que se faz sentir. Passos pequenos embora a chuva caia com mais intensidade. Não queres ir já para casa, não para essa casa, onde ela não está, onde cais em rotina e não sentes o bom que é amar e ser amado. Não queres agora, só agora, porque o dia foi demasiado longo, demasiado escuro, demasiado sem sal.

Divagas entre pensamentos patéticos a pensamentos vazios. Consegues nem sentir a chuva, esquecer porque choras. Consegues atravessar a cidade em busca do nada. Sem sentidos.

Por um instante, um arrepio percorre-te a alma.
Está a correr rua abaixo um turbilhão de vento e água, está a correr o tempo, tanto tempo sem o seu doce e meigo olhar e a sinceridade de ouvir um simples gosto de ti.

Enxugas as lágrimas, mas não a chuva que te ensopa e se entranha até aos ossos.
Corres até casa, mas não estarão ainda juntos.

Amanhã, sim, pensas.
Amanhã dir-lhe-às tudo ou ficarás em silêncio de mão dada a ouvir o murmúrio das ondas...

quarta-feira, outubro 22, 2008

Descomplicar

Há dias em que decidir uma coisa simples se torna uma tarefa difícil!

sexta-feira, outubro 17, 2008

Dançar

Paramos para dançar.

Só hoje, uma noite antes do nascer do sol,
fiquemos aqui, juntos, depois de conversar e beber o teu sorriso,
dancemos!

Baile o corpo em suaves contornos de melodias e sal em palavras sussurradas.
Dance e pulse o coração,
entre os corpos que se tocam em movimentos sincronizados no ritmo interior.

Só hoje, fica e dança
Só hoje, em que os espelho reflecte os nossos olhos brilhantes e o sorriso partilhado entre duas bocas que se beijam!

Paramos para dançar

terça-feira, outubro 14, 2008

Viva la vida

Esta é a primeira música desta nova fase pelo litoral:)




Espero que gostem tanto como eu... especialmente o início, instrumental, com um som alto é um espanto!

Ponto da situação

Faço contas à vida e estou aqui, em novo "mundo" há um mês :)

Agora já sinto tudo mais calmo, embora esteja com muito trabalho.
Preciso só de pôr a agenda social em dia :)

Quanto à poesia, tem havido em papéis rascunhados, no moleskine, no escrevo.org e na vida, há sempre um pouco de poesia, com sal, açúcar sorrisos e lágrimas!

:))

quinta-feira, outubro 09, 2008

poucas palavras

Poucas palavras conseguem descrever as sensações e emoções que guardamos cá dentro.
Há diferença entre dizer que o coração bate acelerado e sentir o coração na boca, as mãos a passarem de gélidas a suadas, o cheiro que fica na nuca ou na memória de outros dias...

Poucas palavras descrevem a música que tocava no carro e me embalava em recordações e planos de presente e futuro.

Poucas palavras conseguem saber a canela, a pão quente, a bola de berlim de São Pedro de Moel.

Poucas palavras me vêm à memória, quando tento escrever sobre como é bom dividir sorrisos!

quarta-feira, outubro 01, 2008

- Terceiro Aniversário -

Hoje blog faz anos.
Dia a dia, com palavras simples e poesia, assim o caderno de apontamentos continua... em partilha, em troca, em poesia, em papel e caneta nem sempre tão virtuais como um blog.

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Preciso sempre das palavras e da poesia e bebo nelas luz e cores.
Preciso da vertigem que entontece,
na beleza e na pureza de uma palavra sentida,
de uma voz que clama amor, paixão ou tão simplesmente rotina.
Preciso do calor de lábios que nos dizem alegres poesias,
nos sussurram brandos pecados
e nos elevam em momentos únicos de felicidade.

Sangue nas veias,
musicalidade na poesia,
e coração acelerado!