Ritmos e rimas de hoje
na simbologia do papel e do número,
na quadra que guarda o timbre da voz
e na pauta da dança ritmada.
Ritmos e rimas que não escrevo
porque a minha prosa me consome
hoje, já quase em delírio, depois de folhas rasgadas pelo chão,
e muitas, tantas, preenchidas com amor.
Rirmos e rimas de prazer
em cada descrição, em cada nova página,
em mais um pôr do sol
que nasce instantes depois.
sábado, fevereiro 17, 2007
domingo, fevereiro 11, 2007
Reflexo(s)
E que entre entre multiplicações e subtracções,
entre feitiços e encantos,
pintura e folhas sobre a calçada,
café, mãos e luz do teu brilho
existam reflexos de sorrisos...
risos, gargalhadas doces e ternas!
Reflexos...
"Eu não sei quem te perdeu..."
Já não ouvia Pedro Abrunhosa com este "Eu não sei quem te perdeu" há muito tempo, mesmo muito...
Está seleccionada para ouvir amanhã no carro!
Está seleccionada para ouvir amanhã no carro!
sábado, fevereiro 10, 2007
Dia a dia (III)
Enquanto se desejam dias melhores...
Sábado com cheiro a bolo quente... hummm delícia!
Sábado com cheiro a bolo quente... hummm delícia!
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Luz trémula
Luz trémula entre os olhos cansados.
Mais um dia se esvai,
uma noite que chega,
o luar que beija a tua fase rosada.
Luz trémula de outros invernos
nesse sorriso celeste
em meigos suspiros de mar.
Luz trémula na concha que trazes ao peito
e amor que corre na direcção do amanhã.
Um dia único que não se apaga
e saudade do instante, na fotografia que ontem beijaste,
em mãos de veludo e lágrimas de amor.
Mais um dia se esvai,
uma noite que chega,
o luar que beija a tua fase rosada.
Luz trémula de outros invernos
nesse sorriso celeste
em meigos suspiros de mar.
Luz trémula na concha que trazes ao peito
e amor que corre na direcção do amanhã.
Um dia único que não se apaga
e saudade do instante, na fotografia que ontem beijaste,
em mãos de veludo e lágrimas de amor.
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Linha do Horizonte
Céu.
e terra.
Mar e cor.
E na linha do horizonte toda a beleza
tal como neste alegre recordar.
e terra.
Mar e cor.
E na linha do horizonte toda a beleza
tal como neste alegre recordar.
sábado, fevereiro 03, 2007
Esperança
O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.
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Bom fim de semana!
William G. Ward
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Bom fim de semana!
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Anoitecer
...
A lua baixa-se sobre nós e possibilita o sonho.
Olhos fixos nas estrelas acabam por conseguir o impossível
e antes de partires, voltas atrás, para um abraço terno e inesquecível.
...
Sopra um vento gélido aqui fora.
As mãos quentes pelo teu colo
depressa se transformam em flocos de neve
e as faces rosadas pelo vinho que bebemos juntos
cedo ficam pálidas e frias.
A lua baixa-se sobre nós e possibilita o sonho.
Olhos fixos nas estrelas acabam por conseguir o impossível
e antes de partires, voltas atrás, para um abraço terno e inesquecível.
...
Sopra um vento gélido aqui fora.
As mãos quentes pelo teu colo
depressa se transformam em flocos de neve
e as faces rosadas pelo vinho que bebemos juntos
cedo ficam pálidas e frias.
segunda-feira, janeiro 29, 2007
Sós
"Vivemos livres numa prisão" deu título a livro.
Eu hoje, com alguma facilidade, escreveria com o mote:
Vivemos sozinhos em multidões!
Eu hoje, com alguma facilidade, escreveria com o mote:
Vivemos sozinhos em multidões!
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Numa parede da cidade
Nas paredes deixaste um recado tolo,
como se "Amo-te" fosse uma palavra feia, vulgar,
como se apenas fosse um graffiti urbano.
Faltou-te a coragem para a olhares de frente
e olhos nos olhos clamares o que sentes,
faltou-te a simplicidade de um gesto bonito, humano e simples,
e preferiste o floreado, o excêntrico.
Nas paredes podes ter escrito
mas não lho disseste,
preferiste pensar que isso era o feito heróico,
a pura e derradeira conquista.
E o sentimento morreu aí mesmo
nessa parede da cidade,
porque há coisas que se sentem,
e essa palavra ela não sentiu.
como se "Amo-te" fosse uma palavra feia, vulgar,
como se apenas fosse um graffiti urbano.
Faltou-te a coragem para a olhares de frente
e olhos nos olhos clamares o que sentes,
faltou-te a simplicidade de um gesto bonito, humano e simples,
e preferiste o floreado, o excêntrico.
Nas paredes podes ter escrito
mas não lho disseste,
preferiste pensar que isso era o feito heróico,
a pura e derradeira conquista.
E o sentimento morreu aí mesmo
nessa parede da cidade,
porque há coisas que se sentem,
e essa palavra ela não sentiu.
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