Sabia que hoje a árvore e a floresta estão no centro das atenções, tal como a Poesia (que me é tão querida)...
E não é que hoje é também o Dia Mundial do Sono?!
;)
quarta-feira, março 21, 2007
sexta-feira, março 16, 2007
(re)Encontro
E os dias confundem-se e confundem-nos.
Os dias são isso mesmo.
Terra e semente,
árvores e fruto,
sal e maresia.
Um cheiro a Sol e a Primavera
em contornos de areia e sal numa praia deserta.
Um doce e quente brilhar
dos teus olhos meus
no eclipse da loucura
que é amar.
Corre o dia e chega o silêncio do entardecer
em traços de carvão que desenham com ternura
os abraços e os beijos que queremos dar
e o fugaz momento do nosso (re)encontro.
Os dias são isso mesmo.
Terra e semente,
árvores e fruto,
sal e maresia.
Um cheiro a Sol e a Primavera
em contornos de areia e sal numa praia deserta.
Um doce e quente brilhar
dos teus olhos meus
no eclipse da loucura
que é amar.
Corre o dia e chega o silêncio do entardecer
em traços de carvão que desenham com ternura
os abraços e os beijos que queremos dar
e o fugaz momento do nosso (re)encontro.
sábado, março 10, 2007
quinta-feira, março 08, 2007
8 de Março
O ano passado - precisamente - colocava aqui uma "página de agenda".
E um ano passou:
- depressa, por um lado, porque as efemérides sucederam-se com alguma rapidez.
- muito devagar, por outro lado, porque ainda há necessidade de se comemorar o Dia da Mulher (o que significa que ainda em pleno século XXI a mulher continua a ser mal tratada e a ser penalizada em termos de direitos sociais), porque a vida corre lá fora e ainda não há a realização profissional que se deseja há mais de um ano...
Há palavras escritas, muitas mais do que as de há um ano atrás.
Há murmúrios, suspiros, infinitos desejos repetidos na luz da Lua e na penumbra do nascer do Sol.
Há melodias imortalizadas na memória dos afectos e dos sentidos, viagens concretizadas, algumas adiadas, poucas programadas.
Há riso e gargalhadas até dos dias tristes e frios que passaram.
Há fotografias novas, mesmo que as antigas não desapareçam da ocular...
E um ano passou:
- depressa, por um lado, porque as efemérides sucederam-se com alguma rapidez.
- muito devagar, por outro lado, porque ainda há necessidade de se comemorar o Dia da Mulher (o que significa que ainda em pleno século XXI a mulher continua a ser mal tratada e a ser penalizada em termos de direitos sociais), porque a vida corre lá fora e ainda não há a realização profissional que se deseja há mais de um ano...
Há palavras escritas, muitas mais do que as de há um ano atrás.
Há murmúrios, suspiros, infinitos desejos repetidos na luz da Lua e na penumbra do nascer do Sol.
Há melodias imortalizadas na memória dos afectos e dos sentidos, viagens concretizadas, algumas adiadas, poucas programadas.
Há riso e gargalhadas até dos dias tristes e frios que passaram.
Há fotografias novas, mesmo que as antigas não desapareçam da ocular...
terça-feira, março 06, 2007
sábado, março 03, 2007
"Fado do encontro"
Já ouvi o Fado do Encontro na rádio algumas vezes e gostei muito.
Gosto cada vez mais. Há músicas assim que se encaixam no nosso comprimento de onda em determinada altura e ficam cá dentro a desenhar palavras, a pintar cenários e a vislumbrar futuros.
Não posso seleccionar para a Banda Sonora a ouvir no carro pois ainda não tenho a música, mas posso aconselhar a escutarem e depois digam-me que não termina de forma encantadora!...
Gosto cada vez mais. Há músicas assim que se encaixam no nosso comprimento de onda em determinada altura e ficam cá dentro a desenhar palavras, a pintar cenários e a vislumbrar futuros.
Não posso seleccionar para a Banda Sonora a ouvir no carro pois ainda não tenho a música, mas posso aconselhar a escutarem e depois digam-me que não termina de forma encantadora!...
Vou andando, cantando
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,
Por certo
O meu Amor és tu.
Tive o sol à minha frente
Tão quente, brilhando
Que a saudade me deixou
Para sempre,
Por certo
O meu Amor és tu.
quinta-feira, março 01, 2007
Céu
Nesta noite o céu brinca entre cores e estrelas.
Fico parada a ouvir os sons
a ver os reflexos
e à tua espera.
Nesta noite será possível sermos donos do nosso céu?!
De mãos dadas tudo é possível,
mesmo que apenas sintamos a batida uníssoma do coração.
Fico parada a ouvir os sons
a ver os reflexos
e à tua espera.
Nesta noite será possível sermos donos do nosso céu?!
De mãos dadas tudo é possível,
mesmo que apenas sintamos a batida uníssoma do coração.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Déjà Vu
É mesmo realidade?
Truque?
Física?
Passado pressente,
presente ausente de passado,
segunda oportunidade?
Arrepiante a sensação!
-----------------------------------------------
Um filme a rever.
E quanto à sensação... que me dizem?
sábado, fevereiro 24, 2007
Quem vive?
Será que "sou eu que vivo a vida ou a vida que me vive a mim"?
---
Amargo o tom, coração apertado, mas amanhecer mais sereno, assim espero, assim desejo, assim será...
---
Amargo o tom, coração apertado, mas amanhecer mais sereno, assim espero, assim desejo, assim será...
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Depois
Depois de um bom copo de chocolate quente,
um chá,
um cup&cino,
ou apenas um chocolate e um beijo amigo
será que voltamos a ter esperança e a conseguir ver alguma coisa no dia de amanhã?
Depois de uma noite de sono?
Ou só depois da chuva dissolver as lágrimas e as arrumar num cantinho escondido...
um chá,
um cup&cino,
ou apenas um chocolate e um beijo amigo
será que voltamos a ter esperança e a conseguir ver alguma coisa no dia de amanhã?
Depois de uma noite de sono?
Ou só depois da chuva dissolver as lágrimas e as arrumar num cantinho escondido...
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
Dia a Dia (IV)
Reconheço que hoje o cansaço se abate por aqui. Nem com o Ano Novo vieram as boas notícias e a busca começa a ser dolorosa, o dia a dia penoso e a frustração agiganta-se.
Todos falam em emprego mas com o prefixo "DES".
O futuro risonho esconde-se atrás de políticas, políticos, "q.i." ("quem indique").
Estar desempregado significa o quê para este país? Que se é licenciado, mestre ou doutorado? Que vale a pena gastar rios de dinheiro e investir na educação? Ou significa que nada disso importa, que a sorte é indispensável e não é significativo ter formação ou qualidade?
Querem empregados ou trabalhadores? Convém mais ter a casa cheia de primos que não fazem nada ou menos funcionários, capazes e activos? Pois... não sei. Reconheço que hoje não sei mais o que pensar pois a minha consciência ditam o oposto ao que efectivamente vejo acontecer.
Ser ou não ser preciso aqui é uma dúvida que me martela agora.
Seremos (mais) úteis fora? Seremos (mais) valorizados e conseguiremos trabalhar e pôr em prática as competências que adquirimos com esforço, dedicação e empenho?
Reconheço que assim, neste quadro actual, não estamos bem. Fala-se em criação de postos de trabalho e na realidade despedem-se às centenas. Fala-se em descida do número de pessoas desempregadas, quando estas continuam sem trabalho e apenas estão, obrigatoriamente, em programas ocupacionais de poucos meses, para fazer tudo aquilo que quem está "no quadro" não quer ou não sabe fazer. Fala-se em aumentar o número de licenciados no país (parece que somos poucos)... paratermos uma nação que tem uma grande percentagem de desempregados altamente qualificados?
Sem poesia. Apenas o reconhecer dos dias que correm.
Todos falam em emprego mas com o prefixo "DES".
O futuro risonho esconde-se atrás de políticas, políticos, "q.i." ("quem indique").
Estar desempregado significa o quê para este país? Que se é licenciado, mestre ou doutorado? Que vale a pena gastar rios de dinheiro e investir na educação? Ou significa que nada disso importa, que a sorte é indispensável e não é significativo ter formação ou qualidade?
Querem empregados ou trabalhadores? Convém mais ter a casa cheia de primos que não fazem nada ou menos funcionários, capazes e activos? Pois... não sei. Reconheço que hoje não sei mais o que pensar pois a minha consciência ditam o oposto ao que efectivamente vejo acontecer.
Ser ou não ser preciso aqui é uma dúvida que me martela agora.
Seremos (mais) úteis fora? Seremos (mais) valorizados e conseguiremos trabalhar e pôr em prática as competências que adquirimos com esforço, dedicação e empenho?
Reconheço que assim, neste quadro actual, não estamos bem. Fala-se em criação de postos de trabalho e na realidade despedem-se às centenas. Fala-se em descida do número de pessoas desempregadas, quando estas continuam sem trabalho e apenas estão, obrigatoriamente, em programas ocupacionais de poucos meses, para fazer tudo aquilo que quem está "no quadro" não quer ou não sabe fazer. Fala-se em aumentar o número de licenciados no país (parece que somos poucos)... paratermos uma nação que tem uma grande percentagem de desempregados altamente qualificados?
Sem poesia. Apenas o reconhecer dos dias que correm.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

