sábado, abril 21, 2007
Luz
Há uma luz ou um brilho?...
Uma semana com brilho, dias assim como há já algum tempo não via nem sentia.
Um brilho de alegria, de nostalgia e de regresso com reencontro, de datas que são sempre marcantes mesmo que olhando para elas pela máquina do tempo que passa veloz.
Não estava escrito, penso eu. Escrevemos nós, todos os dias, em cada virar de página, em cada noite mal dormida e em cada gole de chá quente em dia cinzento e de chuva... escrevemos o brilho e desejamos que se torne luz.
Por enquanto só alguns dias brilhantes, com toque de Lua, magia cósmica, frequência cardíaca digna de registo e pouco mais.
Brilho no voo magnético e atraente de vertigens e barcos no cais. Brilhante o desejo de novos mundos, por agora na sombra da vela.
Perfume no ar e brilho nos olhos,
talvez 'amanha' se transforme em luz!
quinta-feira, abril 19, 2007
Escolhas
Hoje..
uma bebida seria Bacardi Rigo,
uma música seria Angel,
um objecto seria uma vela acesa,
um presente seria o seu sorriso...
uma bebida seria Bacardi Rigo,
uma música seria Angel,
um objecto seria uma vela acesa,
um presente seria o seu sorriso...
terça-feira, abril 17, 2007
Lisboa Lisboa
"Lisboa Lisboa"
um poema escrito, sentido e... contracapa de livro!
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Faz hoje três anos :)) na emoção do regresso.
um poema escrito, sentido e... contracapa de livro!
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Faz hoje três anos :)) na emoção do regresso.
quinta-feira, abril 12, 2007
Hoje...
Hoje gostava de não ter papas na língua e gritar bem alto os sentimentos e sensações que me avassalam.
Hoje preferia ver as estrelas do que esconder-me delas em noite escura e sem Lua.
Hoje preferia ver as estrelas do que esconder-me delas em noite escura e sem Lua.
terça-feira, abril 10, 2007
Sedução
«A sensação das mãos dele, amaciadas pelo óleo, ao deslizarem no seu corpo era profundamente perturbadora.
- Pareces um pedaço do céu - sussurrou Taylor.
- Não podes continuar a fazer isso - gemeu ela.
Ele massajou-lhe os músculos das costas, fazendo uma ligeira pressão e aliviando as mãos em seguida. - A fazer o quê?
(...)
- Queres que me vá embora para poderes descansar? - perguntou ele, as suas mãos movimentando-se para os ombros dela outra vez.
- Ainda não - ronronou ela. - Vou deixar-te acabar primeiro.»
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Melhor do que descrições só mesmo uma divina massagem, não é?
Votos de uma boa semana, se possível com massagens ou com um toque sedutor :-)
- Pareces um pedaço do céu - sussurrou Taylor.
- Não podes continuar a fazer isso - gemeu ela.
Ele massajou-lhe os músculos das costas, fazendo uma ligeira pressão e aliviando as mãos em seguida. - A fazer o quê?
(...)
- Queres que me vá embora para poderes descansar? - perguntou ele, as suas mãos movimentando-se para os ombros dela outra vez.
- Ainda não - ronronou ela. - Vou deixar-te acabar primeiro.»
(in "Corações em Silêncio" - N. Sparks)
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Melhor do que descrições só mesmo uma divina massagem, não é?
Votos de uma boa semana, se possível com massagens ou com um toque sedutor :-)
quinta-feira, abril 05, 2007
Mais um dia
"Hoje é apenas e só mais um dia".
Já o repeti vezes e vezes sem conta. Já calei, já gritei, já chorei... mas ao que parece ainda tenho de voltar a repeti-lo, a entendê-lo, a torná-lo real e epidérmico.
Um dia, apenas isso.
Amanhã ou depois será diferente, porque não há dois amanheceres iguais, nem dois dias no areal de mãos dadas com a mesma luz da lua em nossos corações. Não há, por isso dias como estes também não se voltarão a repetir. Eu sei, sei mesmo, mas teimo em prosseguir de cabeça baixa, de olhar no chão, de ombros caídos.
Flores, chocolates, beijos e abraços ternos, meigos e únicos e eu de olhos fechados, teimosamente de cara triste, sem luto, mas de luto.
Imagens novas, fotografias lindas, cores e cheiros de novos mundos e, ainda assim, o adeus, a sua imagem de costas e, ao mesmo tempo, o seu singular brilho, afago no cabelo, a música...
Viagens adiadas, presença gentil de futuro risonho em sonhos remotos, ilusão.
Pôr do sol, só mais um, à beira mar, à beira rio, com o azul celeste mágico, presença de mãos pequenas em pequenas mãos, silêncio, toque de lábios e arrepio.
"Hoje é apenas e só mais um dia".
Já o repeti vezes e vezes sem conta. Já calei, já gritei, já chorei... mas ao que parece ainda tenho de voltar a repeti-lo, a entendê-lo, a torná-lo real e epidérmico.
Um dia, apenas isso.
Amanhã ou depois será diferente, porque não há dois amanheceres iguais, nem dois dias no areal de mãos dadas com a mesma luz da lua em nossos corações. Não há, por isso dias como estes também não se voltarão a repetir. Eu sei, sei mesmo, mas teimo em prosseguir de cabeça baixa, de olhar no chão, de ombros caídos.
Flores, chocolates, beijos e abraços ternos, meigos e únicos e eu de olhos fechados, teimosamente de cara triste, sem luto, mas de luto.
Imagens novas, fotografias lindas, cores e cheiros de novos mundos e, ainda assim, o adeus, a sua imagem de costas e, ao mesmo tempo, o seu singular brilho, afago no cabelo, a música...
Viagens adiadas, presença gentil de futuro risonho em sonhos remotos, ilusão.
Pôr do sol, só mais um, à beira mar, à beira rio, com o azul celeste mágico, presença de mãos pequenas em pequenas mãos, silêncio, toque de lábios e arrepio.
"Hoje é apenas e só mais um dia".
domingo, abril 01, 2007
Anoitece
Anoitece no reflexo das cores
nas tonalidades delicadas e serenas da íris
e no espelho das águas do rio.
Borboleta cansada que pousa em flor molhada,
no azul cinzento o barco que chega ao cais
e o homem que vagueia sem norte.
Anoitece assim,
sem perguntar quando, como e porquê.
As cores transformam-se
e a luz extingue-se ante o teu último pestanejar
antes de adormecer.
nas tonalidades delicadas e serenas da íris
e no espelho das águas do rio.
Borboleta cansada que pousa em flor molhada,
no azul cinzento o barco que chega ao cais
e o homem que vagueia sem norte.
Anoitece assim,
sem perguntar quando, como e porquê.
As cores transformam-se
e a luz extingue-se ante o teu último pestanejar
antes de adormecer.
sexta-feira, março 30, 2007
Desempregado
A estado profissional actual mais vezes citado, visto e sentido é o de DESEMPREGADO.
Atravessamos uma crise-de-tudo inclusive de decência e profissionalismo.
O amargo que se sente na boca passa a perfurar o corpo, os órgãos vitais e a alma, pobre alma.
Até quando? Até quando? - pergunto eu.
Atravessamos uma crise-de-tudo inclusive de decência e profissionalismo.
O amargo que se sente na boca passa a perfurar o corpo, os órgãos vitais e a alma, pobre alma.
Até quando? Até quando? - pergunto eu.
quarta-feira, março 28, 2007
Novos Mundos
Brisa do mar ao de leve no rosto e novos mundos tão perto e tão longe.
A espera massacra-nos e quase nos derruba.
A espera sustentada em sonho, força e garra,perspectiva e futuro, que se decide com uma palavra que pode mudar a nossa vida.
A espera dolorosa e ansiosa, sentida e suada.
Epiderme e arrepio,
Desejo de viragem e inquietude.
E de novo, apenas, a brisa e novos mundos tão perto e tão longe.
sábado, março 24, 2007
Doce
Doce recordar de outrora,
doce amanhecer primaveril,
saudade de outros tempos, da infância,
imagem guardada na memória da pele,
no brilho dos olhos, no papel fotográfico desbotado...
Doce o regresso e o toque nas calçadas que nos viram crescer
doce amanhecer primaveril,
saudade de outros tempos, da infância,
imagem guardada na memória da pele,
no brilho dos olhos, no papel fotográfico desbotado...
Doce o regresso e o toque nas calçadas que nos viram crescer
quarta-feira, março 21, 2007
Mentes
Ouvi algures:
«As mentes brilhantes pensam da mesma maneira»
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Tenho sérias dúvidas que assim seja :-|
«As mentes brilhantes pensam da mesma maneira»
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Tenho sérias dúvidas que assim seja :-|
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